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Roberta Porto assume a diretoria de Auditoria e Compliance da Samarco para reforçar governança corporativa

Roberta Porto assume diretoria de Auditoria na Samarco. - Foto: divulgação/Amanda Amaral

A Samarco anunciou a chegada de Roberta Porto para assumir a diretoria de Auditoria e Compliance da companhia. A nova executiva passa a liderar as áreas de controles internos, gestão de riscos e integridade corporativa, com a missão de consolidar diretrizes éticas e reforçar os mecanismos de governança em todas as etapas das operações da mineradora.

A movimentação ocorre em um momento estratégico para a empresa, fruto de uma <i>joint venture</i> entre a Vale e a BHP. Nos últimos anos, a Samarco tem trabalhado na estruturação contínua de seus processos internos, buscando alinhar a gestão às melhores práticas globais de transparência, conformidade regulatória e responsabilidade corporativa em suas unidades no Espírito Santo e em Minas Gerais.

O papel do compliance na estrutura corporativa moderna

A atuação da diretoria de Auditoria e Compliance vai além da mera fiscalização de processos operacionais ou contábeis. A área é responsável por criar, implementar e monitorar políticas permanentes de prevenção de riscos, combate à corrupção, promoção do canal de denúncias e garantia de rigor técnico nas rotinas da empresa.

Com a liderança de Roberta Porto, a mineradora busca aprimorar ainda mais seus instrumentos de avaliação interna e programas de treinamento. No ambiente de negócios atual, dispor de um sistema robusto de controles internos é essencial para garantir a segurança jurídica das operações, mitigar riscos operacionais e assegurar que as normas institucionais sejam cumpridas por colaboradores, fornecedores e parceiros comerciais.

Contexto regional e o impacto para Espírito Santo e Minas Gerais

A presença da Samarco possui relevante peso econômico para a Região Sudeste, com destaque para o Complexo de Ubu, localizado em Anchieta, no litoral sul do Espírito Santo, e o Complexo de Germano, em Mariana e Ouro Preto, no estado mineiro. À medida que a mineradora avança no ritmo de sua produção, a gestão transparente torna-se um pilar fundamental para manter o diálogo aberto com a sociedade civil e com os órgãos reguladores.

No setor extrativo mineral, a adoção rigorosa das agendas ESG (sigla em inglês para meio ambiente, impacto social e governança) deixou de ser um diferencial opcional para se tornar uma exigência central do mercado e da legislação. Estruturas sólidas de compliance atuam justamente no monitoramento dessas metas sociais e ambientais, garantindo que o compromisso institucional seja cumprido com dados auditáveis e métricas claras.

Governança forte como ativo estratégico

A nomeação de executivos com sólida bagagem profissional para pastas de controle e integridade reflete uma tendência consolidada entre grandes corporações industriais brasileiras. A busca é por transformar a governança corporativa em um ativo estratégico que gere previsibilidade, fortaleça a reputação da marca e construa relações de confiança a longo prazo.

À frente da diretoria, Roberta Porto terá o desafio de liderar equipes multidisciplinares e responder pelo contínuo aperfeiçoamento das ferramentas de auditoria. O trabalho abrange desde a revisão do código de conduta ética até a realização de testes independentes sobre a eficácia dos procedimentos internos praticados nas usinas, pelotizadoras e escritórios da mineradora.

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Fonte: https://esbrasil.com.br

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